segunda-feira, janeiro 24, 2005
Desculpa
Desculpa-me se me desconcertas
Desculpa-me se me arrebatas
Desculpa que me tomes, iludes e deixes.
Perdoa a minha credulidade e
Perdoa que,
Todas as vezes,
Incrédulo,
Te veja partir,
Impotente,
Sequer,
Para me irritar.
E magoas-me…
E, por isso, peço-te desculpa…
A tua silhueta é clara contra o véu da noite na janela.
O teu corpo é luz no quarto sombrio e a tua alma acende, brilhando, o meu coração magoado.
O meu sentimento etéreo não é vão em significado e o meu medo é de cair sem rede como tantas outras vezes para saber por fim que todo o redemoinho de vida de vida e sensação que me enredou não mais era que um comboio fantasma de ilusão cor-de-rosa e fim de linha negro.
And I know that if you fail on me now I will never again be able to feel real love…
O teu corpo é luz no quarto sombrio e a tua alma acende, brilhando, o meu coração magoado.
O meu sentimento etéreo não é vão em significado e o meu medo é de cair sem rede como tantas outras vezes para saber por fim que todo o redemoinho de vida de vida e sensação que me enredou não mais era que um comboio fantasma de ilusão cor-de-rosa e fim de linha negro.
And I know that if you fail on me now I will never again be able to feel real love…




