Consciência – Ónus da vida?
Miguel: Não há considerações gerais...
Manel: Que queres dizer?...
Miguel: Não me vejo a considerar o infinito...
Manel: Precisas de um espelho?...
Miguel: Que espécie de passadeira leva ao infinito?...
Manel: A 54 passa em Moreira...
Miguel: Palavra curiosa: passadeira...
Manel: Para os carros é paradeira...
Miguel: Só passa verdadeiramente o tempo. Tudo o resto é reciclado: espaço, massa, conceitos...
E não será também o tempo reciclado?... Onde estará o corte?... O “director’s cut”?...
Manel: Eu vi o “cenas” do “cut” do Padrinho III...
Miguel: E quem será este realizador?...
Para que nos quer ele aqui?...
Manel: Insinuas então que talvez seja o desprezível humano que mais falta faz ao seu magnânimo criador?
Miguel deixou de mirar o longínquo horizonte desviando lentamente os olhos na direcção de Manuel. Os olhos de Manuel tinham adquirido um novo brilho que podia anunciar uma nova perspectiva sobre o mundo. Manuel questionava agora a sua vida ao invés de a levar a cabo apenas. Teria com certeza consciência de que isto significaria o fim da sua inexistente ainda que palpável felicidade, mas não se pode esconder a doença de um doente terminal, O Manel morreu. O homem ergue-se agora dos confins da ignorância. A luz que subitamente se lhe desvenda fere-lhe os olhos. Mas não podia desistir. Tudo estava agora por um fio. A sua existência não existia mais. Não ia viver. Ia abrir os olhos.
Manel: Que queres dizer?...
Miguel: Não me vejo a considerar o infinito...
Manel: Precisas de um espelho?...
Miguel: Que espécie de passadeira leva ao infinito?...
Manel: A 54 passa em Moreira...
Miguel: Palavra curiosa: passadeira...
Manel: Para os carros é paradeira...
Miguel: Só passa verdadeiramente o tempo. Tudo o resto é reciclado: espaço, massa, conceitos...
E não será também o tempo reciclado?... Onde estará o corte?... O “director’s cut”?...
Manel: Eu vi o “cenas” do “cut” do Padrinho III...
Miguel: E quem será este realizador?...
Para que nos quer ele aqui?...
Manel: Insinuas então que talvez seja o desprezível humano que mais falta faz ao seu magnânimo criador?
Miguel deixou de mirar o longínquo horizonte desviando lentamente os olhos na direcção de Manuel. Os olhos de Manuel tinham adquirido um novo brilho que podia anunciar uma nova perspectiva sobre o mundo. Manuel questionava agora a sua vida ao invés de a levar a cabo apenas. Teria com certeza consciência de que isto significaria o fim da sua inexistente ainda que palpável felicidade, mas não se pode esconder a doença de um doente terminal, O Manel morreu. O homem ergue-se agora dos confins da ignorância. A luz que subitamente se lhe desvenda fere-lhe os olhos. Mas não podia desistir. Tudo estava agora por um fio. A sua existência não existia mais. Não ia viver. Ia abrir os olhos.




1 Comments:
Yoohoo!!!
Eh,mano!
Tá td?
Ó sócio, és msm marado! Não se percebe nada!!Quem é o manel, caralho??É o do candal? O trinca-espinhas? lololol
Ah,é verdade!e o k e um onus??o anus eu sei...m o onus...n faco a minima!!! AH!AH!AH!
Caga nisso!! fica bem,cachopo!(lol)
Ass: João, o mata-borrão!
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