Há um rio em cada terra
Há um pico em cada cordilheira
Há expoentes de encanto em pessoas que olho e amo
Há limiares de loucura
Linhas ténues que nos separam
E olhares indigentes que procuram a nossa mão
Há correntes a ligar-nos
Há correntes a reprimir-nos
São estas correntes que nos mantêm à tona
Aquiesço e satisfaço qualquer moral que nos governa
Há um pico em cada cordilheira
Há expoentes de encanto em pessoas que olho e amo
Há limiares de loucura
Linhas ténues que nos separam
E olhares indigentes que procuram a nossa mão
Há correntes a ligar-nos
Há correntes a reprimir-nos
São estas correntes que nos mantêm à tona
Aquiesço e satisfaço qualquer moral que nos governa




2 Comments:
Olá!!
Parabéns!
Escreves muito bem. Gostei especialmente deste poema. Está surpreendentemente profundo.´
E tudo o que diz é a verdade que se nos depara dia-a-dia.
A tua prima já me tinha dito que o teu blog estava muito giro e que escrevias mesmo muito bem, mas mesmo assim surpreendeste-me. Parabéns!!
Tudo de bom e boa sorte com a engenharia civil, está bem?
Beijinhos, Susana
Olá!
Sou eu outra vez! (tu é que disseste para eu escrever em todos!)
Este também é muito giro!
Também, alguém que tá em CIVIL, no ISEP (bateste com o casco direito no peito?2x) só podia escrever bem...!!!
Mas pronto... a sério, gostei mesmo!
Olha, não te chateio mais (este é o último, prometo!).
Porta-te bem!(já sabes... 21horas xixi cama!)
Tava a brincar
Muitos beijinhos
Joana 45
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